Bolsa cai 2,55%; Petrobras tomba 6,13%

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, começou a semana no vermelho e fechou em baixa de 2,55%, aos 54.302,57 pontos. 

Com isso, a Bovespa praticamente reverteu a alta de 2,68% registrada na sexta-feira, num movimento semelhante ao que aconteceu com o dólar hoje.

O dólar comercial fechou em alta de 1,28%, cotado a R$ 2,464 na venda, revertendo a queda de 1,30% da última sessão.
Petrobras cai 6,13% e BB, 5,78%

As ações preferenciais da Petrobras (PETR4), com prioridade na distribuição de dividendos, foram as mais negociadas desta sessão e tiveram a terceira maior queda do Ibovespa, de 6,13%, a R$ 17,92. 

As ações ordinárias da estatal (PETR3), com direito a voto, tiveram a quarta maior baixa do Ibovespa, de 5,83%, a R$ 17,12. 

O Banco do Brasil (BBAS3) caiu 5,78%, a R$ 30,14.

As ações do Bradesco (BBDC4) tiveram desvalorização de 2,37%, a R$ 36,71. O Itaú Unibanco (ITUB4) recuou 2,89%, a R$ 35,64. Os papéis ordinários da Eletrobras (ELET3) perderam 3,15%, a R$ 6,77. 

Essas empresas têm grande peso sobre o Ibovespa e têm sido fortemente influenciadas pelo cenário eleitoral.
Investidores de olho no cenário eleitoral

Os investidores continuaram de olho no cenário eleitoral.

Foi divulgada a primeira pesquisa CNT/MDA após o primeiro turno das eleições, que mostrou a candidata Dilma Rousseff (PT) com 45,5% das intenções de votos, enquanto o candidato do PSDB, Aécio Neves, aparece com 44,5%. 

Apesar da vantagem numérica da petista, ambos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais. Segundo a pesquisa, Dilma tem 50,5% dos votos válidos, contra 49,5% de Aécio.

"O mercado está com medo de que o Aécio esteja começando a entrar numa trajetória de queda", afirmou o gerente de câmbio da corretora Advanced, Celso Siqueira, à agência de notícias Reuters.

A presidente e o tucano vêm aparecendo em empate técnico nas últimas pesquisas de intenção de voto. A incerteza sobre o resultado das eleições tem injetado instabilidade nos mercados domésticos, que preferem o tucano por prometer uma política econômica mais ortodoxa, segundo a Reuters.



Fonte: uol

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